quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Brasão de São Caetano do Sul.
Por: Priscila Gorzoni





O brasão criado para o município de São Caetano do Sul foi desenvolvido por Salvador Thaumaturgo.

Ele era calígrafo e desenhista especializado em heráldica e foi contratado em 1949. Dois meses após ser contratado, Salvador entregou o desenho do brasão. 


O artista explicou o seu desenho: “A cor verde representa o primitivo Campo de Piratininga e o vermelho o sangue derramado em sua conquista, e por analogia, as cores da bandeira da península itálica que forneceu o maior contingente dos fundadores do antigo povoado, hoje próspero município. A engrenagem de ouro, símbolo tradicional da indústria, representa a vida atual do município, um dos mais importantes centros industriais do país. O chefe de azul representa a ideologia dos seus habitantes e o apelido di Thiène é o símbolo do nome do município, ou seja, a identificação de São Caetano di Thiène, padroeiro da cidade. A coroa municipal de ouro é o símbolo de independência municipal. Os dizeres no listel azul fazem lembrar as datas da fundação e do plebiscito histórico que deu a São Caetano do Sul a sua tão desejada emancipação”, retirado do Inventário dos signos de logradouros públicos de São Caetano do Sul, de Sônia Maria Franco Xavier.


Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni


(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

E existiu um demônio da Matarazzo.
Por: Priscila Gorzoni




Na década de 50 tornou-se famoso o demônio da Cerâmica Matarazzo. 
Não foi uma ou duas mulheres do setor de produção de ladrilhos que o avistou, mas dezenas. 
O assunto rendeu o estudo antropológico Aparecimento do Demônio na fábrica no Meio da produção de José de Souza Martins. Nele o sociólogo tentou traçar a dramática transição da produção manual para a modernidade das máquinas. 
Na visão de Martins o demônio que muitas operárias diziam ter visto seria a chegada dos engenheiros da fábrica, uma novidade e repulsa na época. O fato é que em 1956 várias operárias do setor de produção e seleção de ladrilhos da Cerâmica juraram ter visto o demônio. Ele aparecia sorrindo e trazia um forte cheiro de enxofre. Elas acreditavam que a sua presença era devido a falta de bênção do padre quando foi inaugurada e fábrica. Mentira ou verdade, o fato é que milhares delas desmaiavam após a aparição, provocando um grande reboliço na seção.


Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni


(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

As histórias da Cerâmica de São Caetano do Sul
Por: Priscila Gorzoni





A origem da cerâmica de São Caetano encontra-se na Cerâmica Privilegiada do Estado de São Paulo, que iniciou suas atividades em 1913.
Ela foi a primeira indústria autorizada a construir filial no Distrito Federal e teve seus ladrilhos especificados para as obras governamentais de Oscar Niemeyer. Juscelino Kubitschek em seu livro Por que construí Brasília citou como excelentes os ladrilhos São Caetano.



Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni


(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)

Os carvoeiros do Tijucuçu
Por: Priscila Gorzoni




Além da cerâmica, a produção de carvão tornou-se bastante comum no Núcleo Colonial de São Caetano. 
A grande oferta de lenha e a existência de um mercado consumidor foram os responsáveis pelo desenvolvimento da atividade de carvoeiro. 
Vários imigrantes italianos passaram a fabricar carvão para vendê-lo nas redondezas. 
Um dos fabricantes mais famosos foi uma mulher chamada Marina Giacomini, que tinha o apelido de Carbonara. 
No inicio do século XX, a atividade entrou em declínio em São Caetano do Sul.


Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni


(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Nas terras do Tijucuçu
Por: Priscila Gorzoni




Antes de se chamar São Caetano do Sul, a cidade que não era uma cidade ainda, mas uma vila ou povoado, se chamava Tijucuçu.
Aurélio Buarque de Holanda traduz o verbete “tijucu” como: líquido, podre, lama, charco, pântano, atoleiro.
A palavra Tijucuçu, que aparece com a grafia de Tijucussú na carta de sesmaria escrita por Dr. José Inácio Ribeiro Ferreira no século XVIII teve várias formas de ser escrita.
Essa palavra é originária do tupi e em uma ata anterior a citada é grafada como Tejuguossuu.
No Tombo do Mosteiro de São Bento de 1771, ela aparece como Tojucusú. Seu significado segundo o sociólogo José de Souza Martins em sua obra São Caetano do Sul em Quatro Séculos de História é lama, charco, atoleiro. Fazendo referência ao grande lamaçal que se formava na cidade quando chovia.


Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni


(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Olarias a todo vapor...
Por: Priscila Gorzoni




Em 1890 estavam em funcionamento, em São Caetano do Sul, seis olarias. No ano seguinte, a atividade da olaria continuou se expandindo e outras famílias italianas instalaram suas olarias ao longo do Núcleo de São Caetano.
O trabalho nas olarias não era leve. Ele consistia em várias funções. O caçambeiro ou carroceiro extraia o barro nas várzeas e o levava até as olarias. O pipeiro fazia a pipa (grande vasilha de madeira na qual se misturavam os diferentes tipos de barros) funcionar e abastecia o batedor para a modelagem do barro. O lançador untava com areia a forma onde o barro era moldado e assentava os tijolos frescos nas gambetas (locais onde os tijolos eram colocados para secar).

Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni


(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Os mistérios da Igreja Matriz velha
Por: Priscila Gorzoni




Em 1717, os monges beneditinos iniciaram a construção de uma capela nas terras do Tijucuçu, como era conhecida São Caetano do Sul. Ela ficava no mesmo lugar onde está hoje a Igreja Matriz Velha, no Bairro Fundação.
Nos séculos XVIII e XIX, eram rezadas missas todos os domingos para os moradores do Bairro de São Caetano e os escravos da fazenda dos monges beneditinos. Ali também eram realizados sepultamentos. Mais tarde, em 1883, os imigrantes italianos do Núcleo Colonial, demoliram a capela e construíram a igreja Matriz Velha.

Fonte: O livro das curiosidades de São Caetano do Sul, Priscila Gorzoni



(ESSE TEXTO NÃO PODE SER COPIADO SEM OS DEVIDOS CRÉDITOS DE AUTORIA, CONFORME A LEGISLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS LEI 9610, de 19 de fevereiro de 1998, "Dos Direitos Morais do Autor", Artigo 24, Inciso II. POR FAVOR, NÃO COPIEM, COMPARTILHEM O LINK. OBRIGADA)

A população do Núcleo Colonial em 1877 Por: Priscila Gorzoni  Você sabia? Em 1888 já havia no Núcleo Colonial (primeira formação de...